Ah o petróleo

Ó líquido negro que em mim deslumbra,

Petróleo, tesouro da Terra escondido,

Nas profundezas do solo, escuridão que reluz,

Um presente antigo, valioso e querido.

 

Das entranhas da Terra, tu emerges,

Fruto de milênios de transformação,

Plantas e animais fossilizados, agora petrificados,

Em ti, a energia que move nação.

 

Extraído, refinado, transformado em ouro negro,

Tu és combustível, fonte de poder,

Movendo máquinas, veículos e indústrias,

Despertando progresso, empreendimento a florescer.

 

No brilho do teu fogo, luz e calor se espalham,

Iluminando cidades, aquecendo lares,

Tua energia impulsiona o mundo adiante,

Numa dança de avanço, sem limites a encontrar.

 

Mas teu poder também traz desafios,

Petróleo, óleo derramado e poluente,

Impacto ambiental, consequências incertas,

Um dilema para o futuro, uma questão urgente.

 

Todavia, na tua essência, encontra-se mais,

Petróleo, matéria-prima de muitos produtos,

Desde plásticos e fertilizantes aos medicamentos,

Uma presença versátil, em múltiplos atributos.

 

Ó líquido negro, tão ambíguo és,

Tesouro e desafio, promessa e dilema,

Cabe a nós, seres humanos, explorar-te com sabedoria,

Buscando alternativas, preservando o planeta que nos empresta o esquema.

 

Petróleo, tu és parte da história,

Da humanidade e do nosso desenvolvimento,

Que possamos aprender com tuas lições,

E buscar um futuro mais sustentável e consciente.

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