Escritas

dos sempres que trago

AurelioAquino
nos roçados de mim
vige a semeadura
um plantar recorrente
dos sempres que aturo
traze-los permanentes
na balança dos atos
deita-me nos mares
em privado barco
singro a vontade
nesta permanência
de quem se repete grato 
pela vão da consciência
8 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.