dos sempres que trago
AurelioAquino
nos roçados de mim
vige a semeadura
um plantar recorrente
dos sempres que aturo
traze-los permanentes
na balança dos atos
deita-me nos mares
em privado barco
singro a vontade
nesta permanência
de quem se repete grato
pela vão da consciência
vige a semeadura
um plantar recorrente
dos sempres que aturo
traze-los permanentes
na balança dos atos
deita-me nos mares
em privado barco
singro a vontade
nesta permanência
de quem se repete grato
pela vão da consciência
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