Espadas

Muitas eram as espadas cravadas em sua alma
E ela sangrava sem cessar.
Uma dor constante e infinita.
Em solitude, decidiu ela mesma
Cada espada arrancar,
Curar cada ferida.
O processo foi lento, doloroso e necessário.
A cada espada arrancada
Um vazio ficava em seu lugar.
O sangramento aumentava, mas ela sabia que com o tempo as feridas irão cicatrizar.
Ela não mais permitiria ser ferida.
Chegaria o dia em que irão lhe perguntar :
" Onde estão seus sentimentos? "
E ela responderia :
" Enterrados, junto com as lembranças dos que me fizeram sangrar ".

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Comentários (6)

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Olá minha querida amiga poetisa e pensadora... alegro-me com tuas escritas, elas me ensinam <br />a viver e sonhar com dias melhores que uma espada a cortar. ademir.

Olá minha querida amiga poetisa e pensadora... alegro-me com tuas escritas, elas me ensinam <br />a viver e sonhar com dias melhores que uma espada a cortar. ademir.

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