Ouça o meu som
O meu destino é seu, anjo da morte.
Eu estou caindo, em pedaços ao fundo do precipício.
Os ossos e o sangue, derramarão sobre o calor da pele vazia.
Os fantasmas parecem apreciar a forte dor da solidão.
A noite fria, a chuva ácida, é a imagem do meu coração.
O gigante caiu com asas sobre o pequeno véu.
O abismo e o fracasso espalhou-se ao chão.
O ouro e a prata é apenas a sua ambição.
Ouça o som do silêncio, a luta é ganhar e perder, tudo ou nada.
Queimando e caindo, esse é o meu sacrifício.
Pálido no silêncio do meu próprio som.
Eu gritarei aos céus por ajuda.
Mas ninguém entenderá a minha confusão.
O gigante ouviu o meu som.
Os anjos e os demônios ouviram...
O grito, a angústia se transformaram em poeira.
Continue em pé ouvindo o som.
As lâminas caíram sobre os meus olhos.
Os anjos da grande divindade.
Seguiram ao seu destino.
Anjo da morte leve-me!
Eu estou caindo, em pedaços ao fundo do precipício.
Os ossos e o sangue, derramarão sobre o calor da pele vazia.
Os fantasmas parecem apreciar a forte dor da solidão.
A noite fria, a chuva ácida, é a imagem do meu coração.
O gigante caiu com asas sobre o pequeno véu.
O abismo e o fracasso espalhou-se ao chão.
O ouro e a prata é apenas a sua ambição.
Ouça o som do silêncio, a luta é ganhar e perder, tudo ou nada.
Queimando e caindo, esse é o meu sacrifício.
Pálido no silêncio do meu próprio som.
Eu gritarei aos céus por ajuda.
Mas ninguém entenderá a minha confusão.
O gigante ouviu o meu som.
Os anjos e os demônios ouviram...
O grito, a angústia se transformaram em poeira.
Continue em pé ouvindo o som.
As lâminas caíram sobre os meus olhos.
Os anjos da grande divindade.
Seguiram ao seu destino.
Anjo da morte leve-me!