Quem dera eu acariciar espinhos
Quem dera eu acariciar espinhos
"ao invés de" passar os dedos em um travesseiro macio
no lençol ainda amassado no teu lado da cama vazio
Preso estou nesse deserto
cheio de rios submersos, onde a minha vida afundara
Navegando nessa correnteza
onde tudo que o amor nos junta, a distância nos separa
No silencio da madrugada escuto uma voz que me fala
-A navalha afiada não é nada
o que corta um coração é saudade desenfreada
"Agora" nessa solidão que da minha alma zomba
ja nem sei se o sol vai me trazer o dia
ou perpetuar-me sombra
Somente o seu beijo é o remedio que me cura
dessa doença que me invade
cada segundo sem você é uma enfermidade
Quem dera eu acariciar espinhos
"Em vez de" morrer aos poucos de saudade!
"ao invés de" passar os dedos em um travesseiro macio
no lençol ainda amassado no teu lado da cama vazio
Preso estou nesse deserto
cheio de rios submersos, onde a minha vida afundara
Navegando nessa correnteza
onde tudo que o amor nos junta, a distância nos separa
No silencio da madrugada escuto uma voz que me fala
-A navalha afiada não é nada
o que corta um coração é saudade desenfreada
"Agora" nessa solidão que da minha alma zomba
ja nem sei se o sol vai me trazer o dia
ou perpetuar-me sombra
Somente o seu beijo é o remedio que me cura
dessa doença que me invade
cada segundo sem você é uma enfermidade
Quem dera eu acariciar espinhos
"Em vez de" morrer aos poucos de saudade!
Português
English
Español