Escritas

Dos cangaços de mim

AurelioAquino
coiteiro de mim,
dou-me ao cangaço,
de guerrilhar a vida
em todos os abraços

nos sertōes do tempo,
na liquidez das horas,
palavras são armas
de afagar a história

o amanhã é só a trilha
em que o futuro se joga
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