República Dominicana
Tsunamidesaudade63
Um dia fui à República Dominicana,
e não queria mais regressar,
ao ver na praia uma bonita morena,
ali fiquei parado a sonhar.
Era tão bonita a mulata,
se banhava na linda praia de Puerto Plata,
lhe chamavam a princesa do mar,
caminhava ao longo da praia,
seu corpo fazia delirar,
um sorriso sublime que delumbrava,
e suas ancas não paravam de menear.
Quero também recordar aquela mesa farta,
de abrir a celha e aquelas gambas vermelhas,
cor pôr do sol que estava a chegar,
ali ficava eu a observar a cor mel do seu luar;
baía azul esverdeada tem beleza sem par,
e o mar tem a maior calma no seu farfalhar.
Nunca irei esquecer tanta coisa bonita,
muito menos vou esquecer um calor que nos arrebita,
das noites mornas pra fazer amor,
seja em casa ou em qualquer lugar,
ou mesmo na areia da praia ali juntinho ao mar.
Mar que rola lentamente na areia,
e arrasta com ele toda a tristeza,
país que nos alegra com a sua beleza,
a vida vai passando e eu fico a pensar,
no olhar, daquele pescador,
que sentia pelo seu mar, um grande amor.
Luzerna, 11.11.2000, João Neves.
e não queria mais regressar,
ao ver na praia uma bonita morena,
ali fiquei parado a sonhar.
Era tão bonita a mulata,
se banhava na linda praia de Puerto Plata,
lhe chamavam a princesa do mar,
caminhava ao longo da praia,
seu corpo fazia delirar,
um sorriso sublime que delumbrava,
e suas ancas não paravam de menear.
Quero também recordar aquela mesa farta,
de abrir a celha e aquelas gambas vermelhas,
cor pôr do sol que estava a chegar,
ali ficava eu a observar a cor mel do seu luar;
baía azul esverdeada tem beleza sem par,
e o mar tem a maior calma no seu farfalhar.
Nunca irei esquecer tanta coisa bonita,
muito menos vou esquecer um calor que nos arrebita,
das noites mornas pra fazer amor,
seja em casa ou em qualquer lugar,
ou mesmo na areia da praia ali juntinho ao mar.
Mar que rola lentamente na areia,
e arrasta com ele toda a tristeza,
país que nos alegra com a sua beleza,
a vida vai passando e eu fico a pensar,
no olhar, daquele pescador,
que sentia pelo seu mar, um grande amor.
Luzerna, 11.11.2000, João Neves.
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