Devaneios do amor
paracletos
Pode parecer estranho o momento que pela primeira vez nós nos encontramos.
O silêncio das palavras se deteve em meio leve brilho dos teus olhos.
Embevecido com os teus carinhos, amor singelo sem devaneios.
Rasgaste o véu da tristeza e aninhaste teu amor em meu coração.
O vitupério da tristeza enraizado em minha mente foi extirpado como ervas daninhas.
Singela, cheia de graça, carinhos que aplacam a dor de estar longe dos teus abraços.
Virtuosa de olhos profundos como a imensidão do céu varrido pela aurora.
Arde em meu peito o regozijo dos teus beijos,
Circunscrito em desejos que só a ti pertencem está meu coração, empenhado em total servidão a esse amor que nunca falha.
O silêncio das palavras se deteve em meio leve brilho dos teus olhos.
Embevecido com os teus carinhos, amor singelo sem devaneios.
Rasgaste o véu da tristeza e aninhaste teu amor em meu coração.
O vitupério da tristeza enraizado em minha mente foi extirpado como ervas daninhas.
Singela, cheia de graça, carinhos que aplacam a dor de estar longe dos teus abraços.
Virtuosa de olhos profundos como a imensidão do céu varrido pela aurora.
Arde em meu peito o regozijo dos teus beijos,
Circunscrito em desejos que só a ti pertencem está meu coração, empenhado em total servidão a esse amor que nunca falha.
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