Não caio. Elevo-me!
Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
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