E o tempo soprou
A poesia de JRUnder
E o tempo soprou, como o vento que passa...
Como folhas secas, os dias foram-se desprendendo, um a um, carregando sonhos que morreram ao longe, forrando o chão seco da vida.
As horas se tornaram silentes, observando o entardecer, enquanto o sol, que ainda a pouco dourava meus cabelos brancos, escondia-se no poente e a lua surgia como dona dos céus, tingindo de prata a noite em prenúncio.
Ah! Destino, meu destino!
Devolva-me as horas roubadas e as manhãs de ilusões...
Faça minha ultima morada junto aos rios, para que levem minhas saudades, deixando que elas desaguem nos mares do esquecimento...
Ou faça-me criança, para que possa mais uma vez ver a vida, a sorrir...
Como folhas secas, os dias foram-se desprendendo, um a um, carregando sonhos que morreram ao longe, forrando o chão seco da vida.
As horas se tornaram silentes, observando o entardecer, enquanto o sol, que ainda a pouco dourava meus cabelos brancos, escondia-se no poente e a lua surgia como dona dos céus, tingindo de prata a noite em prenúncio.
Ah! Destino, meu destino!
Devolva-me as horas roubadas e as manhãs de ilusões...
Faça minha ultima morada junto aos rios, para que levem minhas saudades, deixando que elas desaguem nos mares do esquecimento...
Ou faça-me criança, para que possa mais uma vez ver a vida, a sorrir...
Português
English
Español