ser

rayres mary
rayres mary
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pelas frestas da janela teu vento veio a mim
te encaro
te carrego 
e faço meu colo ser teu amparo
o som da noite
mesmo que silencioso 
se equilibra ao silêncio escandoloso do meu desgosto
nao!
nao venha mais madrugar aqui...

só volte se for
amanhecer
e ser vento aos quatro cantos do meu ser!

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