Degredo


Deste país nada sei

Nele não respiro

Moro no país das árvores caídas

Dos banheiros sujos

Das escolas que enganam 

Tropeço nas manhãs sóbrias

E infames deste lugar

Que não reconheço

Quero as noites sem pátria

Dos copos vazios

Do país de ontem.
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