Roda Viva
No sobe e desce de uma roda viva, vida
Ao alto já não cogito ir
O chão seguro, me prende
E não me dá altura de cair
O voo descompassado e mórbido
Sem asas já não existe mais
Então deito no vazio
Que me rodeia e corrói
Não sinto, vejo ou ouço
A escuridão que aflige
Só permite o choro baixo
E a alma doente, grita
Até quando o coração suportar
Enquanto a mente se rende ao caos
O que sobrou, tenta resistir
Ainda na esperança de que o sol brilhe
Mas o corpo ferido, não deixa de sentir
O sangue afluente
Surge em meio ao rio de lágrimas
Até que seque, ou deixe de pulsar
- Raquel Baltar
Ao alto já não cogito ir
O chão seguro, me prende
E não me dá altura de cair
O voo descompassado e mórbido
Sem asas já não existe mais
Então deito no vazio
Que me rodeia e corrói
Não sinto, vejo ou ouço
A escuridão que aflige
Só permite o choro baixo
E a alma doente, grita
Até quando o coração suportar
Enquanto a mente se rende ao caos
O que sobrou, tenta resistir
Ainda na esperança de que o sol brilhe
Mas o corpo ferido, não deixa de sentir
O sangue afluente
Surge em meio ao rio de lágrimas
Até que seque, ou deixe de pulsar
- Raquel Baltar
Comentários (1)
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your lov
2022-08-19
morrerei admirada por você. meu espírito sentirá a saudade de todas as vezes que meu coração bateu forte por te ver. voltarei a vida sabendo que meu destino romântico é para sempre você.