Escritas

Incompletude

Frederico de Castro

Pousa nos céus quase incandescentes esta inconsumível
Solidão ladeada por lamentos e sussurros tão intangíveis
Infiltram o breve estatuir dos meus silêncios absurdos e inaudíveis

Incompleto o poente navega à bolina das brisas quase imperceptíveis
Alimentam o fadar predestinado das palavras carentes e irremovíveis
São o mais belo prenúncio da luz etérea que além amara auspiciosa e impassível

Frederico de Castro
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