Do infante exercício onírico
AurelioAquino
adormecida
a menina sonhava
e deixava cair, aos pedaços,
o sonho pela casa
de seus olhos, entreabertos,
brotava um onírico manifesto
dos risos que construía
entre o sono e a vigília
transbordava pelo rosto
a plenitude da vida
a menina sonhava
e deixava cair, aos pedaços,
o sonho pela casa
de seus olhos, entreabertos,
brotava um onírico manifesto
dos risos que construía
entre o sono e a vigília
transbordava pelo rosto
a plenitude da vida
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