Sente
Então eu resolvi ser eu mesmo, sem tirar e nem por. Tava mais fácil por aqui assumir as verdades, do que carregar mentiras trajadas de sorrisos como ices fakes no seu dente. Vômito palavras assim que acordo, só pra ter certeza que o gatilho tá armado, Versado. Sempre está.
É que há vários tipos de comunicação e as verdades são entregues pelo olhar. Em que tipo de caos azul nós nos prendemos? Qual verdade nos contaram, que conseguiu nos prender a essa realidade. Ei, a cidade ainda brilha, pela luz do luar. Tem vários postes no alto ofuscando a visão, arranha céus gigantescos querendo me tirar do chão, mas de fones de ouvido já ouço com atenção, caminhando e cantando e seguindo a canção. E pra não dizer que não falei das flores, estou falando. Sempre as mataram pra se fazer buquê. Diz na nossa cultura que flor se é mais bonita morta, na mão de alguém.
E eu como flor, só queria um cheiro, pra que saibam qual realmente é minha essência, só que preferem o cheiro do 212 vip. Então cheira aqui, Rapidão. É two one two vip, fi!
É que por aí, tudo se passa na tela da televisão, se procura motivos pra reclamar, é porque nunca tá bão! Se diz amar as pessoas só pra gerar decepção e começa a se agir estranho com quem já se segurou a mão. E ninguém solta a mão de ninguém, que era papo de visão, se tornou: vou seguindo meu caminho, eu não quero isso não.
No mais bom dia, o desvio proposital de pessoas invisíveis se tornou rotina. Então, desvia de mim pra não enlouquecer, pra não bater e causar colisão dos humanos móveis, automóveis, autobots. É que tudo agora é meio transformers, cês transformam a personalidade de acordo com o que recebem e eu não vejo diferença disso a prostituição. Só a diferença ética. Melhor pra mim ser prostituta. Do que me vale ser filho da santa? Se atiram pedras pra tudo quanto é lado só pra se condenar alguém? Melhor ser filho da outra, filho da culta, que ensina com palavras e não agressões. Tudo tá tão confuso. É que tá mais fácil se viver de mentiras pra se ganhar status, do que tirar a couraça e se sentir sem armadura.
É que há vários tipos de comunicação e as verdades são entregues pelo olhar. Em que tipo de caos azul nós nos prendemos? Qual verdade nos contaram, que conseguiu nos prender a essa realidade. Ei, a cidade ainda brilha, pela luz do luar. Tem vários postes no alto ofuscando a visão, arranha céus gigantescos querendo me tirar do chão, mas de fones de ouvido já ouço com atenção, caminhando e cantando e seguindo a canção. E pra não dizer que não falei das flores, estou falando. Sempre as mataram pra se fazer buquê. Diz na nossa cultura que flor se é mais bonita morta, na mão de alguém.
E eu como flor, só queria um cheiro, pra que saibam qual realmente é minha essência, só que preferem o cheiro do 212 vip. Então cheira aqui, Rapidão. É two one two vip, fi!
É que por aí, tudo se passa na tela da televisão, se procura motivos pra reclamar, é porque nunca tá bão! Se diz amar as pessoas só pra gerar decepção e começa a se agir estranho com quem já se segurou a mão. E ninguém solta a mão de ninguém, que era papo de visão, se tornou: vou seguindo meu caminho, eu não quero isso não.
No mais bom dia, o desvio proposital de pessoas invisíveis se tornou rotina. Então, desvia de mim pra não enlouquecer, pra não bater e causar colisão dos humanos móveis, automóveis, autobots. É que tudo agora é meio transformers, cês transformam a personalidade de acordo com o que recebem e eu não vejo diferença disso a prostituição. Só a diferença ética. Melhor pra mim ser prostituta. Do que me vale ser filho da santa? Se atiram pedras pra tudo quanto é lado só pra se condenar alguém? Melhor ser filho da outra, filho da culta, que ensina com palavras e não agressões. Tudo tá tão confuso. É que tá mais fácil se viver de mentiras pra se ganhar status, do que tirar a couraça e se sentir sem armadura.
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