Liberdade de ser
vitorhugomedeiros
Liberdade de ser
Da minha janela avisto,
Um pássaro que voa
Natureza do imprevisto,
Voar nunca enjoa.
Nem o céu lhes limita,
Ser na espontaneidade.
Assim salta à vista,
O voar em liberdade.
Já fomos rio sem foz,
Que transbordara sem poder.
Como um cantor sem voz,
Sem liberdade para o ser.
Voemos, voemos
Pelos céus risonhos!
Percamos, percamos
Nos nossos próprios sonhos.
Da minha janela avisto,
Um pássaro que voa
Natureza do imprevisto,
Voar nunca enjoa.
Nem o céu lhes limita,
Ser na espontaneidade.
Assim salta à vista,
O voar em liberdade.
Já fomos rio sem foz,
Que transbordara sem poder.
Como um cantor sem voz,
Sem liberdade para o ser.
Voemos, voemos
Pelos céus risonhos!
Percamos, percamos
Nos nossos próprios sonhos.
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