Ipanema

Meus olhos se perdem em tamanha imensidão
onde o azul do céu se funde com o do mar;
areias brancas, palmeiras e tesouros a encontrar
Onde estão? Não sei, talvez onde ocorre a arrebentação.

As gaivotas caçam os pobres peixes
e as morenas se banham ao Sol.
Ai Deus-pescador, não me fisgue com seu anzol!
Deixe-me vivo para admirar seus belos feixes.

Quero a onda sempre sublime
e os surfistas ordinários a desafiando.
Ai Deus-pescador, perdoai meu lamento enjoativo,
mas é a minha caneta que se exprime!

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Comentários (1)

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Helena Antunes
Helena Antunes
2024-02-09

Erro imperdoável num portal de poesia portuguesa!<br />"e dei ás* romãs a cor do lume."