Imagino...silêncio


Imagino…silêncio
E o silêncio amarrotado jaz anémico
Adormece estirado no catre dos lamentos mais boémios
Em delírio o tempo entranha-se em cada segundo glicémico
Imagino…silêncio
E cada lamento transplantado num desejo epistémico
Ostracisa um ínvio eco vadiando no vendaval de lamentos epidémicos
Imagino...silêncio...

Frederico de Castro
53 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.