Primavera da incerteza
Nesta Primavera amarga,
descalço, caminho sozinho,
sigo sem direção.
Com o rosto molhado,
desta chuva miudinha,
mesmo de pensamentos feridos,
paro; mas nem sei onde estou,
apenas sei que este chão frio,
congela meus pés perdidos,
num tapete de pólen caído,
nas Primavera da minha vida.
Pressinto o frio e o medo,
que se entranha no corpo da humanidade
e não nos deixa viver em paz, nos aterra,
este estranho medo causado por esta maldita Guerra,
Luzerna, 07.05.2022, João Neves
descalço, caminho sozinho,
sigo sem direção.
Com o rosto molhado,
desta chuva miudinha,
mesmo de pensamentos feridos,
paro; mas nem sei onde estou,
apenas sei que este chão frio,
congela meus pés perdidos,
num tapete de pólen caído,
nas Primavera da minha vida.
Pressinto o frio e o medo,
que se entranha no corpo da humanidade
e não nos deixa viver em paz, nos aterra,
este estranho medo causado por esta maldita Guerra,
Luzerna, 07.05.2022, João Neves
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.