TALVEZ FOSSE EU

Eu sempre via
Brilhantes olhos d´agua me seguindo

Cantarolavam debaixo das folhas
Dentre as pedras onde nasciam
E feito enxurrada depois
No curso dos riachos sumiam

Diacho de tempo ligeiro
Talvez fosse eu
Quem não os acompanhasse de fato
E deixasse que se quebrassem
Nas quedas da cachoeira
E se perdessem no mato
Para ver se os esquecesse
Ou sentir se me esqueciam

Aqueles olhos verdes ligeiros
Por onde agora andariam?


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