Imensamente...silêncio


Neste imenso silêncio o tempo estagnou quase olvidado
No meu esconderijo o dia fenece no pantanal de ecos degradados
Apenas um olhar furtivo deambula pelas vielas de um breu exsudado

Neste imenso silêncio cada ósculo afaga todo o palato de palavras desvendadas
Traz a alvorada a recordação de mil luminescências tão ígneas, bem aveludadas
Aconchegam-me as carícias declamadas por emoções vestidas de gargalhadas apaixonadas

Frederico de Castro
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