Escritas

Infinito tempo de solidão

Frederico de Castro

Neste infinito tempo de solidão a manhã escorrega em
Cada degrau dos lamentos mais ferrenhos…tão obstinados
Transforma o dia num sussurro pleno de relapsos ecos abalados

No meu mundo os silêncios são cânticos de prazer resgatado
As palavras bailam sincronizadas a rimas carentes intensas e atiçadas
Urgente será a esperança gravitando num conluio de preces apaixonadas

Frederico de Castro
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