Escritas

Soneto do Amor Eterno

alexandre montalvan

Soneto do Amor Eterno

Não me diga que o amor é cego
Pois quero vê-la intensamente
Quero possui-la toda, não nego
E ama-la da alvorada ao poente

Eu quero tua boca inteiramente
É mar revolto em que eu navego
Um amor de gemidos eloquentes
E de corpo e alma eu me entrego

É este nosso mundo de delicias
E sons gemidos, quando se ama
Na eternidade as nossas caricias

Neste êxtase em forma de versos
Ruborizando as flores do universo
São nossos corpos na pura chama

Alexandre Montalvan
17 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.