Devaneio

Percorro caminhos em um eterno devaneio
Com os pés descalços vou pisando na grama molhada
A terra vai me seguindo pela pele marcada
Sigo,  com as mãos deslizando nas folhas das árvores surradas
Passam por mim andarilhos de todos os tipos e jeitos, dos pecadores aos recém chegados na linha cruzada
Quem deles eu sou?
Não sei, talvez nenhum, talvez todos
Se for do pecado, que me seja lançando a condenação
Mas, se for recém chegada, lhes digo:
Vindo dele já me tive pela angústia, então, será possível ser esse o mundo que foi me preparado?!
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