NUS NA REDE

Entre um gancho e outro que seguram essa rede
Presos às pilastras que sustentam a parede
Da casa em que vives as tuas doces horas
E moras e convives com teus sonhos acesos
Penduramos também nossos desejos

Até que a tênue noite dê lugar à aurora
Deixa que deleite então contigo agora

Balancemos nesse pêndulo enquanto aquietem
Os sons murmurados da noite ardente
Os movimentos ritmados de vai-e-vem
E a gente durma plenamente satisfeitos
Sentindo o roçar da brisa em nossos pelos

Deixa que me deite então contigo agora
Até que nus acordemos no advir da aurora



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