Guerra maldita

Faço parte deste maldito universo que anda à deriva
onde pessoas malditas têm mente destrutiva,
Eu sou apenas o silêncio de uma boca tapada
desta Europa que pouco faz ou pode fazer nada.
Sou uma noite sem luar, sou o dia mais escuro,
sou o choro inocente dos que morrem selvaticamente,
sou o grito do desespero do humano mais sincero,
sou o soldado da guerra e da paz, onde morrer ou não, tanto faz.
sou a voz ferida de um povo que morre de dor e destruição,
sou o pranto de uma mãe que perde um filho, um amigo ou um irmão...

Luzerna, 04.03.2022, João Prates.
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