Escritas

Deixem que seja eu

Tsunamidesaudade63
Deixem que seja eu,
a sentir a dor da amargura.
Deixem que seja eu,
a secar as lágrimas do meu pranto.
Deixem-me chorar por favor as mágoas
e desilusões, deste desamor,
Deixem que que seja eu,
a pisar esta terra cálida.
E que regue com as minhas lágrimas,
este misto do querer e não querer...

Luzerna, 13.02.2019, Tsunamidesaudade63, João Neves
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