VIVENDO CADA MOMENTO
O que hoje eu estou vivendo com você não me parece surpresa ou algo novo. Já vi muitas sextas-feiras. E a gente vive algo que todo fim parece recomeço, que a qualquer momento pode ser o fim, porque é tão incerto o destino do nosso caso quanto incerto é o dia que chegará o frio do outono.
Você chegou em um coração confusão e cheio de raivas, assombrado pelos medos do passado. A minha intensidade me faz ser demais para o próximo, entregar o que menos se espera. E essa entrega me faz alguém sensível, e as vezes até cego.
Por fora existe uma casca grossa em minha volta, alguém que está sempre na defensiva. Esse é rude e espinhoso. Doí ser assim, ter que se tornar alguém só para não ser feito de trouxa, porque as pessoas sensíveis e desprotegidas são alvos perfeitos para a arrogância e o egoísmo que existe no mundo lá fora.
E quando alguém consegue romper essa barreira se surpreende com o que acontece. Eu sou frágil e tão maleável quanto um objeto inofensivo. Alguém com sonhos altos e os pensamentos mais puros do mundo, imaginando o que pode fazer pelo próximo, mesmo que esse próximo seja uma árvore.
Apesar da atitude que parece ingênua, nas minhas orações peço a Deus para que nunca me falte esse senso empático que habita meu coração. “Não tenha pena dos mortos, tenha pena dos vivos, principalmente daqueles que vivem sem amor”. E acho que esse é um sentindo que possuo o suficiente para compartilhar. Amor ao que cresce, aos gestos simples, ao pensamento puro, ao trabalho.
Eu amo você, nunca duvide desse sentimento, como também da minha honestidade.
Estou vivendo o nosso amor como se todo abraço, todo beijo, toda troca de carinho, fosse a última vez. Por isso é tão intenso, por isso possui tanto sentimento. Não tenho medo do fim, mas tenho medo de perdê-lo. Você é precioso, sabe disso.
Eu vou viver cada momento que me for permitido, escrevendo as páginas desse livro. Se permita assim que eu me permiti, e ao sair, deixe a porta encostada, porque eu vou ficar esperando por ti.
Você chegou em um coração confusão e cheio de raivas, assombrado pelos medos do passado. A minha intensidade me faz ser demais para o próximo, entregar o que menos se espera. E essa entrega me faz alguém sensível, e as vezes até cego.
Por fora existe uma casca grossa em minha volta, alguém que está sempre na defensiva. Esse é rude e espinhoso. Doí ser assim, ter que se tornar alguém só para não ser feito de trouxa, porque as pessoas sensíveis e desprotegidas são alvos perfeitos para a arrogância e o egoísmo que existe no mundo lá fora.
E quando alguém consegue romper essa barreira se surpreende com o que acontece. Eu sou frágil e tão maleável quanto um objeto inofensivo. Alguém com sonhos altos e os pensamentos mais puros do mundo, imaginando o que pode fazer pelo próximo, mesmo que esse próximo seja uma árvore.
Apesar da atitude que parece ingênua, nas minhas orações peço a Deus para que nunca me falte esse senso empático que habita meu coração. “Não tenha pena dos mortos, tenha pena dos vivos, principalmente daqueles que vivem sem amor”. E acho que esse é um sentindo que possuo o suficiente para compartilhar. Amor ao que cresce, aos gestos simples, ao pensamento puro, ao trabalho.
Eu amo você, nunca duvide desse sentimento, como também da minha honestidade.
Estou vivendo o nosso amor como se todo abraço, todo beijo, toda troca de carinho, fosse a última vez. Por isso é tão intenso, por isso possui tanto sentimento. Não tenho medo do fim, mas tenho medo de perdê-lo. Você é precioso, sabe disso.
Eu vou viver cada momento que me for permitido, escrevendo as páginas desse livro. Se permita assim que eu me permiti, e ao sair, deixe a porta encostada, porque eu vou ficar esperando por ti.
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