Escritas

Estados da alma

Frederico de Castro

- para o Ciro, Lucas e Noemi

Um brisa doce e perfumada trilha a imponderabilidade
Do tempo despertando numa prece carente e tão esmiuçada
Gracilmente a solidão sussurra por entre cada carícia esfaimada

Na alma um turbilhão de memórias acontecem sempre excitadas
Uma tempestade de palavras ecoam livres, confidentes e lapidadas
No ar sente-se a sinestesia das emoções apaladadas, olfativas e bem expiadas

Frederico de Castro
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