Escritas

Do maleável cérebro em decantadas poses

AurelioAquino
o cérebro
estático
lança infinitos
em nossos braços

máquina,
o corpo deflagra
tudo que lhe tange
pela alma

vivê-lo em invenções
é cometê-lo como arma
na construção ainda humana
de todas as jornadas
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