UMA FORMIGA IMENSA

Paulo Sérgio Rosseto
Paulo Sérgio Rosseto
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Uma formiga imensa
Passeia descalça
Displicente fazendo troça
Na frágil planta do meu pé

Bem sei que ela pensa
Que morrerei da cócega
Caso seu veneno falso
Coce em meu dedinho

Levanto o calcanhar e lhe maceto
Com arroubos de poemas
Metossoma, mesossoma e cabeça
Sutilmente, com carinho


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