amor.
Raquel Lopes
Um desconhecido,
Chamado de monstro.
Toca o piano.
O som melancólico,
A tristeza das tuas teclas,
Ecoam pelas paredes do castelo;
O som vazio,
Transborda de sentimentos;
Um som desafinado,
Repleto de harmonia.
Tudo se encaixava,
Tudo fez sentido.
Ele então, apelidou sua lamúria,
Chamou-a de amor.
O mais difícil som de se ter domínio.
O que mais nos faz sentir,
O que mais nos transforma,
Em seres com melodia.
Chamado de monstro.
Toca o piano.
O som melancólico,
A tristeza das tuas teclas,
Ecoam pelas paredes do castelo;
O som vazio,
Transborda de sentimentos;
Um som desafinado,
Repleto de harmonia.
Tudo se encaixava,
Tudo fez sentido.
Ele então, apelidou sua lamúria,
Chamou-a de amor.
O mais difícil som de se ter domínio.
O que mais nos faz sentir,
O que mais nos transforma,
Em seres com melodia.
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