Descortinando sonhos
Glória Salles
De dentro de mim os laços, desfio
Descortino os sonhos, canto a rima
Caçando com sede de sobrevivência
Ânsias que a vida molda e repagina.
E se os massacrantes dias são de espera
Fartos de palavras tortas, sem calor
De falas sem ênfases e entrecortadas,
Ciclos não rematados, silêncio devastador.
Então o sonho chega solto, sorrateiro
Vestindo de ilusões os dias vãos
Arrastando pra bem longe o desvario
Embalando meus versos, hoje sãos.
É árvore centenária, viçosa e frondosa
Deu ao poema represado, fala forte
Refletiu dos dias verdes, todo o viço
Hoje os rios dos meus sonhos, já têm norte.
Glória Salles
Flórida Pt
-Registro na Biblioteca Nacional
-Ministério da Cultura
-E.D.A. —
Descortino os sonhos, canto a rima
Caçando com sede de sobrevivência
Ânsias que a vida molda e repagina.
E se os massacrantes dias são de espera
Fartos de palavras tortas, sem calor
De falas sem ênfases e entrecortadas,
Ciclos não rematados, silêncio devastador.
Então o sonho chega solto, sorrateiro
Vestindo de ilusões os dias vãos
Arrastando pra bem longe o desvario
Embalando meus versos, hoje sãos.
É árvore centenária, viçosa e frondosa
Deu ao poema represado, fala forte
Refletiu dos dias verdes, todo o viço
Hoje os rios dos meus sonhos, já têm norte.
Glória Salles
Flórida Pt
-Registro na Biblioteca Nacional
-Ministério da Cultura
-E.D.A. —
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