Nas mãos de Deus
Frederico de Castro

Nas mãos de Deus deposito esta oração que
Se refaz na periferia da fé sempre pacífica e implorada
Adocica e alimenta toda a palavra mais e mais fascinada
Nãos mãos de Deus os silêncios são cânticos de paz
Renovada e fertilizada numa emoção quase triplicada
São a epístola sagrada de uma esperança sempre vivificada
Nas mãos de Deus dá-se o armistício das tristezas prognosticadas
Dá-se uma trégua às solidões suplicantes, afetivas, ali barricadas
Faz despertar essa luz galopando em mil brisas flamejantes e enamoradas
Frederico de Castro
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