CALVÁRIO
Oswald de Andrade
Todo mundo, em algum momento da vida, terá seu momento de calvário.
Um momento de incertezas, onde estaremos na escuridão, perdidos.
Sem saber para onde a estrada da vida nos levará. Ou se terá vida depois de tanta dor.
Dor essa que se personifica em nosso próprio carrasco. Condenador e executor.
Onde não sabemos ao certo se as lágrimas que suamos são de sangue.
Pois a dúvida nos afasta de qualquer sentimento de certeza.
Nos leva a uma cela tão escura e nos aprisiona com o nosso pior inimigo, nós mesmos!
E ali somos torturados, abatidos. Mortos por nós mesmos!
Somos especialistas em nos matar, torturar e mutilar.
Mas devemos entender que tudo isso é um processo necessário.
É preciso ter o sofrimento para iluminar o caminho da felicidade.
Pois a jornada humana é trilhada pela busca pelo sentido da felicidade.
E o sofrimento nada mais é que as noites escuras que enfrentamos.
Como um dia a pós ao outro, onde temos o dia e a noite, na vida temos o sofrimento e a felicidade.
E devemos entender que no final da noite chega o dia e no final do calvário teremos a glória.
Mas enquanto passamos por isso, se precisar chorar, chore.
Se precisar gritar, grite. Se estresse, se perca, se puna.
Busque no mais fundo do seu ser a forma de viver sua dor.
Deixe que ela te corte, te sangre, te transforme.
Mas nunca se esqueça.
Quando tudo isso acabar, e sabemos quando acaba e é a hora de recomeçar, junte seus cacos, lave-os, recoloque cada peça em seu devido lugar. Mesmo que elas não esteja mais perfeitas.
Mas nesse processo de se remontar, o sentimento de amor vai transbordar, e assim, nascer o verdadeiro sentido da felicidade.
Você vai perceber que o sol terá outra sabor.
Que os sentimentos terão mais sentidos. E que as pessoas serão intensas, únicas.
Pois só quem passa pela morte, desce até o mais fundo do abismo e volta,
terá o seu corpo glorioso para trilhar o caminho da felicidade.
Assim seja!
Um momento de incertezas, onde estaremos na escuridão, perdidos.
Sem saber para onde a estrada da vida nos levará. Ou se terá vida depois de tanta dor.
Dor essa que se personifica em nosso próprio carrasco. Condenador e executor.
Onde não sabemos ao certo se as lágrimas que suamos são de sangue.
Pois a dúvida nos afasta de qualquer sentimento de certeza.
Nos leva a uma cela tão escura e nos aprisiona com o nosso pior inimigo, nós mesmos!
E ali somos torturados, abatidos. Mortos por nós mesmos!
Somos especialistas em nos matar, torturar e mutilar.
Mas devemos entender que tudo isso é um processo necessário.
É preciso ter o sofrimento para iluminar o caminho da felicidade.
Pois a jornada humana é trilhada pela busca pelo sentido da felicidade.
E o sofrimento nada mais é que as noites escuras que enfrentamos.
Como um dia a pós ao outro, onde temos o dia e a noite, na vida temos o sofrimento e a felicidade.
E devemos entender que no final da noite chega o dia e no final do calvário teremos a glória.
Mas enquanto passamos por isso, se precisar chorar, chore.
Se precisar gritar, grite. Se estresse, se perca, se puna.
Busque no mais fundo do seu ser a forma de viver sua dor.
Deixe que ela te corte, te sangre, te transforme.
Mas nunca se esqueça.
Quando tudo isso acabar, e sabemos quando acaba e é a hora de recomeçar, junte seus cacos, lave-os, recoloque cada peça em seu devido lugar. Mesmo que elas não esteja mais perfeitas.
Mas nesse processo de se remontar, o sentimento de amor vai transbordar, e assim, nascer o verdadeiro sentido da felicidade.
Você vai perceber que o sol terá outra sabor.
Que os sentimentos terão mais sentidos. E que as pessoas serão intensas, únicas.
Pois só quem passa pela morte, desce até o mais fundo do abismo e volta,
terá o seu corpo glorioso para trilhar o caminho da felicidade.
Assim seja!
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