Saudosa Poesia
A tal poesia que me restava é essa que você levou.
Com aquele amor
que me fez bem e mal na mesma proporção
Que me brindou os céus, mas me tirou o chão
Desamparou!
A tal poesia que havia em mim
Transformada nesse fim sem fim
Nesse amar que me confina
A tal poesia que me corria naturalmente
Guarnecia meu coração e punha-se à frente
De todo esse mundo sem cor
Desse sofrer insano
Fruto desse silêncio sussurrante
Que me ensurdecia nas noites sem luar
A tal poesia
Que fez versos dos meus choros
Coros dos meus choros roucos
Por aquele amor que me fez bem e mal
Que me embriagava, brindava
Doou-me ao desamparo, ah que desagrado!
O poema dessa mesma mulher
Que me levou aos céus
Mas me tirou no chão
E eu caí.
Porra!
Jheronimus
Com aquele amor
que me fez bem e mal na mesma proporção
Que me brindou os céus, mas me tirou o chão
Desamparou!
A tal poesia que havia em mim
Transformada nesse fim sem fim
Nesse amar que me confina
A tal poesia que me corria naturalmente
Guarnecia meu coração e punha-se à frente
De todo esse mundo sem cor
Desse sofrer insano
Fruto desse silêncio sussurrante
Que me ensurdecia nas noites sem luar
A tal poesia
Que fez versos dos meus choros
Coros dos meus choros roucos
Por aquele amor que me fez bem e mal
Que me embriagava, brindava
Doou-me ao desamparo, ah que desagrado!
O poema dessa mesma mulher
Que me levou aos céus
Mas me tirou no chão
E eu caí.
Porra!
Jheronimus
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