Lá no céu dormita o silêncio


Bem lá em cima dormita o silêncio pousado num ramo
De luminescências perfumadas, açucaradas…tão enamoradas
De braços estendidos o dia adormece a bordo de uma brisa recatada

Bem lá em cima dormita o céu rugindo num fiel poente embebedado
Repleto de memórias o tempo vagueia sincronizado a um afago mimado
Distante, tão distante ouve-se o rumor de um segundo fluir tão piedoso e alentado

Frederico de Castro
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