Escritas

À mesma hora...no mesmo lugar

Frederico de Castro

À mesma hora e no mesmo lugar o tempo solta um
Infame lamento pleno de impunidade, repleto de subjetividade
Na ampulheta da vida resta somente um segundo prenhe de insanidade

À mesma hora e no mesmo lugar o silêncio desnuda-se num hidrófugo
Poente adulador, infeccioso, desassossegado…quase excomungado
Sedada a escuridão prorroga um imenso e manipulador breu tão embriagado

Frederico de Castro
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