Poema inundado de pranto...
Tsunamidesaudade63
Quando este poeta morrer.
podem cuspir no seu caixão.
eu como poeta uso palavras que fazem doer,
que deixam um coração no chão,
uso a tristeza e melancolia,
que no vosso entender deixam a alma vazia.
Poesia que uso tem sangue e dor,
lágrimas de infidelidade e desamor,
esta é a minha poesia,
feita de simples letras e palavras pobres,
são elas que criam a minha nobre poesia.
Sigo a minha vida tento ir em frente,
escrevendo muita poesia.
Sou apelidado de um poeta doente.
Lá em cima nos céus,
os anjinhos cantam pro Senhor,
e nós cá na terra vivemos o horror.
De pranto está inundado este pequeno verso,
e a Deus eu brado pra cuidar deste triste universo...
Luzern, 10. 07. 2021, João Neves.
podem cuspir no seu caixão.
eu como poeta uso palavras que fazem doer,
que deixam um coração no chão,
uso a tristeza e melancolia,
que no vosso entender deixam a alma vazia.
Poesia que uso tem sangue e dor,
lágrimas de infidelidade e desamor,
esta é a minha poesia,
feita de simples letras e palavras pobres,
são elas que criam a minha nobre poesia.
Sigo a minha vida tento ir em frente,
escrevendo muita poesia.
Sou apelidado de um poeta doente.
Lá em cima nos céus,
os anjinhos cantam pro Senhor,
e nós cá na terra vivemos o horror.
De pranto está inundado este pequeno verso,
e a Deus eu brado pra cuidar deste triste universo...
Luzern, 10. 07. 2021, João Neves.
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