Escritas

A caneta que mata

CORUJA
Nossos brilhantes políticos

Precisam para o povo trabalhar

Com assinaturas de suas canetas

Podem até muitos matar.

 

Entra governo e sai governo

Nossa esperança é se conformar

Será que mudamos isso um dia?

Precisamos abrir os olhos para enxergar.

 

Todos querem nossas riquezas

Nossas empresas privatizar

Para termos um estado forte

Não podemos tudo entregar.

 

Cada um pensa no seu próprio umbigo 

 O coletivo que vá se danar

Não precisa ser esquerdista

Nem de direita para o Brasil amar. 

 

Querem dar tudo para o estrangeiro 

Por um preço aviltante

Até mesmo escrachante

Sem ter ninguém a contestar.

 

 Nossa vil moeda real 

O dólar não consegue acompanhar

Pois perdeu muito seu valor

 Não tem poder para nada comprar.

 

Precisamos ter senso crítico

Para o mal político não enganar

Quando vendemos nosso voto

Deles nada podemos cobrar.

 

Essa cultura mudaremos

  Para o nosso país transformar

Ignorantes não mais seremos

 Por migalhas rastejar.

 

Quando a desigualdade aumenta

Cegos não podemos ficar

Cada um deve contribuir

Coragem, não deixe faltar.

 

De: Ciríaco