NADA
ar rahman burtugaliy
Secou no solitário a flor,
sem água que lhe desse
vida.
Secou na escrivaninha a pena,
Sem nada que escrever,
Sozinha.
Secou na face, a meio da queda,
a lágrima que há pouco foi
sentida.
Secou o pensamento
entre a razão e a boca
muda.
Secou depressa a esperança
de voltar a trilhar a estrada
antiga.
Secou em pó de nada
disperso pela
ventania.
sem água que lhe desse
vida.
Secou na escrivaninha a pena,
Sem nada que escrever,
Sozinha.
Secou na face, a meio da queda,
a lágrima que há pouco foi
sentida.
Secou o pensamento
entre a razão e a boca
muda.
Secou depressa a esperança
de voltar a trilhar a estrada
antiga.
Secou em pó de nada
disperso pela
ventania.
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