Escritas

Fosforescências notívagas

Frederico de Castro


Lá vai a noite ensanguentada de fosforescências flamejantes
A escuridão feliz desnuda uma parafernália de carícias pujantes
É ver só o resfolegar dos silêncios e das emoções mais petulantes

Lá vai a noite travestida de estrelas cadentes…quase lacrimejantes
Os céus esmagados por esta negrura voraz ali fenece felino e apaixonante
Perverso o tempo sepulta cada hora homicida, consternada e ofegante

Frederico de Castro
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