Poesia

Brinca de abentura.
Era dar o cu.
E uns raclamavam doer e não  precisar mais dessa vida.
Era na época  virar o cuzin.
O falido também  assim na espreita.
Rouba faz e fali.
E com saldo devedor de cem mil.
O cu puta que pariu.
Tem de virar.
E o virão mais sujo.
So no trambique.
E o tribunal que espere pagamento de sua parcela.
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