ESPÉRAME AMOR

Mergulhado no silêncio petardo

Enxerga na memória de menino.

Perdura arrastando o corpo, seu fardo...

Farrapo destas vestes, inquilino.

 

Pinga dos olhos fulguram as vistas

Bambeia nas mãos, um copo de pinga

História só, de dois protagonistas...

Afoga a saudade nessa mandinga.

 

Veemente eterno do amor longínquo,

Tragado na respiração pungente,

Destino mudo, sórdido delinquo.

 

Parece fora ontem tua partida.

Rezo nesses dias desde então ausente...

Morrer, para ver de novo à vida.

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