O FIM
JCDINARDO
1 min min de leitura
Tenho um projétil de revólver,
Alojado na minha cabeça.
Nave alienígena maligna;
Sol que me eclipsa a consciência.
Deste desafeto, estou grávido
Da morte, que me libertará
Da vida, da bala, da agonia.
Sem pensamento, não há lamento.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.