Pedintes, ambulantes e artistas de rua
Pedintes, ambulantes e artistas de rua
Em cada sinaleira que paramos
Pedintes sempre se aproximam
Essa luta é diária e passamos a perceber
Uma sensação de miséria ao ver essa gente sofrer.
#####
Não é muito fácil pedir, muito menos se expor
Dar sua cara à tapa e ser julgado sem pudor.
A cada carro que se aborda eles nutrem uma esperança
Pra amenizar seu sofrimento, eles perdem a elegância.
#####
Qual o papel do Estado que poderia diminuir
Com seu apoio social pra essa miséria suprimir
Tem um trabalho muito sofrido da assistência social
Que orienta e ajuda na exclusão social.
######
O pedinte precisa sobreviver
Ele tem sua família pra manter
Como não consegue mais emprego
A esse sofrimento ele tem que se submeter.
######
Podemos muitas vezes não gostar
Desse moribundo a nos abordar
Mas temos mais que obrigação
Dessa triste miséria amenizar.
######
A sociedade é tudo isso aí
Tem ambulantes de montão
Tem muitos artistas de rua
Que se apresentam em plena contramão.
#####
Na vida urbana das cidades eles estão a se proliferar
Tem na esmola a sobrevivência pra muitas vezes não roubar.
Com cartazes em suas mãos eles passam a implorar
Muitos vivem como peregrinos, mas querem dignidade para morar.
#####
O espaço público das ruas ganha dimensões privada
Ela acolhe toda essa gente que também tem seu valor
Sua luta é sempre diária como qualquer trabalhador.
De troco em troco vão conseguindo sobreviver sim senhor.
De: Ciríaco
Em cada sinaleira que paramos
Pedintes sempre se aproximam
Essa luta é diária e passamos a perceber
Uma sensação de miséria ao ver essa gente sofrer.
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Não é muito fácil pedir, muito menos se expor
Dar sua cara à tapa e ser julgado sem pudor.
A cada carro que se aborda eles nutrem uma esperança
Pra amenizar seu sofrimento, eles perdem a elegância.
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Qual o papel do Estado que poderia diminuir
Com seu apoio social pra essa miséria suprimir
Tem um trabalho muito sofrido da assistência social
Que orienta e ajuda na exclusão social.
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O pedinte precisa sobreviver
Ele tem sua família pra manter
Como não consegue mais emprego
A esse sofrimento ele tem que se submeter.
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Podemos muitas vezes não gostar
Desse moribundo a nos abordar
Mas temos mais que obrigação
Dessa triste miséria amenizar.
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A sociedade é tudo isso aí
Tem ambulantes de montão
Tem muitos artistas de rua
Que se apresentam em plena contramão.
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Na vida urbana das cidades eles estão a se proliferar
Tem na esmola a sobrevivência pra muitas vezes não roubar.
Com cartazes em suas mãos eles passam a implorar
Muitos vivem como peregrinos, mas querem dignidade para morar.
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O espaço público das ruas ganha dimensões privada
Ela acolhe toda essa gente que também tem seu valor
Sua luta é sempre diária como qualquer trabalhador.
De troco em troco vão conseguindo sobreviver sim senhor.
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