BESTEIRAS

Sobre as pedras
Passeiam bons e ímpios
Elas não se incomodam que passem

Em minha cabeça também martelam
Pensares ruins e do bem
Mas com estes meus cabelos embranquecem

Seria o tempo essa dualidade descolorida
Que quando extrema inconveniente
Denoda e esfarinha os miolos?

Preciso entender a desmedida prudência das pedras
E calmamente encetar que desfile em mim
Algo além da procissão de más ideias



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