PANDEMIA
fazterra
1 min min de leitura
PANDEMIA
como está chato...
cruzar com um monte de mascarados,
ouvir os diálogos todos abafados,
as vezes meio gritados para que se façam ouvir,
cruzamos com as pessoas e vemos:
somente olhos, somente os olhos de fora!
ficamos a imaginar como seria o nariz, a boca,
as vezes cruzamos com algum conhecido
e não reconhecemos!
em seguida vem um som abafado de um cumprimento,
as vezes dá até vergonha de não ter reconhecido....
e aí vai uma multidão de mascarados pela rua,
lutando pelo pão, lutando pela vida!!!
período estranho, onde aproximar-se se tornou perigoso,
onde ajuntar-se passou a ser crime!
estamos num período de exceção,
para os bandidos ficou bom,
já usavam mascaras mesmo!
em meio a multidão de mascarados
vamos seguindo, ajeitando a mascara
e lambuzando as mãos de álcool em gel!
AUTOR.......: FAZTERRA
como está chato...
cruzar com um monte de mascarados,
ouvir os diálogos todos abafados,
as vezes meio gritados para que se façam ouvir,
cruzamos com as pessoas e vemos:
somente olhos, somente os olhos de fora!
ficamos a imaginar como seria o nariz, a boca,
as vezes cruzamos com algum conhecido
e não reconhecemos!
em seguida vem um som abafado de um cumprimento,
as vezes dá até vergonha de não ter reconhecido....
e aí vai uma multidão de mascarados pela rua,
lutando pelo pão, lutando pela vida!!!
período estranho, onde aproximar-se se tornou perigoso,
onde ajuntar-se passou a ser crime!
estamos num período de exceção,
para os bandidos ficou bom,
já usavam mascaras mesmo!
em meio a multidão de mascarados
vamos seguindo, ajeitando a mascara
e lambuzando as mãos de álcool em gel!
AUTOR.......: FAZTERRA
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