Isolado de mim mesmo.
Escrevo o que habita no abismo da minha alma
E me equilíbrio entre a fragilidade da ponte entre o coração e a razão
Arado de mentiras e ilusões
Que ardem nas noites de pouca vontade e grandes tumultos
O delirante ardor da vida
Que ao pulsar as expectativas
Bombeia os viadutos intransigentes da alma
E descasca pela sombra de nossas dúvidas
A pele que nasce e que morre diante do êxtase
E da última taça de vinho
Sobre a mesa quieta mas que movimenta um mundo tanto quanto caótico quanto perfeito
Afinal, toda criação depende do quanto que você se decompos das coisas que já não lhe serviam mais
Português
English
Español